MALANJE PODE DEIXAR DE PRODUZIR BATATA RENA EM GRANDE ESCALA
06/07/2006

A província de Malanje pode deixar de ser um dos maiores produtores de batata rena na região nordeste de Angola.

Vinte toneladas de sementes do referido produto estão à beira da deterioração por falta de compradores no mercado.

A Câmara de Comércio e Indústria, através do Centro Comercial Sorriso Alegre, colocou à disposição dos agricultores locais 60 toneladas de semente de batata rena ao preço de 130 Kwanzas, das quais 36 foram comercializadas até ao momento.

O agente económico, Noé Gomes, proprietário do Centro Comercial Sorriso Alegre, diz haver pouca agressividade por parte dos agricultores de Malanje. Na sua opinião, deve haver falta de incentivos ou de boa vontade dos mesmos.

Noé Gomes convida os produtores das províncias do Uíje e do Kuanza-Norte a adquirirem o material vegetativo armazenado nesta localidade desde Maio deste ano.

Para aquele agricultor, a sua empresa tem plantados cinco hectares daquele tubérculo, enquanto que as outras como Neves Canje, SAPM-Lau, Mourão Capitia compraram mais de 2 toneladas e os singulares entre 100 a 200 quilogramas.

Na campanha agrícola passada vários agricultores receberam a sementeira de batata rena a crédito e continuam com dificuldades em liquidar os respectivos valores.

Na campanha agrícola 2005/2006 a Empresa Nacional de Mecanização Agrícola-Empresa Pública (MECANAGRO) preparou, em Malanje, mais de dois mil e quinhentos hectares de terra em duas épocas.

Os dados foram fornecidos esta terça-feira, durante o primeiro conselho de direcção alargado da região norte, que congrega as províncias de Malanje, Kuanza- Norte e do Uíje.

O presidente do Conselho de Administração da MECANAGRO, Carlos Alberto Jaime Pinto, anunciou para este ano a execução de um projecto que visa a recuperação das infra-estruturas destruídas durante o período de guerra.

«Para tal, será determinante a perspectiva a ser apresentada pela direcção provincial da Agricultura com a criação dos pólos de desenvolvimento agrícola.

O assentamento de agricultores e a criação de associações de camponeses organizadas, afigura-se muito importante para que a intervenção de outros sectores como a indústria, educação, saúde e comércio concorram para a criação de empregos no meio rural e outras mais valias resultantes desse trabalho».

O encontro de um dia, em Malanje, balanceou a campanha de preparação de terra passada, perspectivou para este ano, a tarefa das brigadas de terraplanagem nas três províncias, a sua organização no Luinga e Camabatela (Kuanza-Norte).( Isaías Soares)


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